A autorização é global neste workspace. Nesta fase o TrackFlow apenas lista e habilita contas de anúncio; campanhas e insights não são consultados.
Última validação: —
Preparando autenticação e workspace.
A recuperação usa um identificador determinístico e não cria workspaces duplicados silenciosamente.
Entre em contato com o administrador para solicitar ou reativar seu acesso.
Seu workspace e sua sessão foram preservados. Verifique a conexão e tente novamente.
Clique em qualquer criativo do quadro para abrir a ficha completa em um pop-up.
O app olha a rotina da oferta: última análise, últimos 3 dias, última rodada de criativos e saúde financeira.
Os rankings obedecem ao filtro de datas acima.
Cards compactos e clicáveis.
4 por linha no desktop. Clique para abrir o workspace completo da oferta.
Kanban manual. Arraste a oferta para outra fase ou altere dentro da oferta.
Selecione uma oferta para trabalhar somente nos criativos dela.
O histórico aponta janelas de oportunidade por oferta. A decisão final continua sendo sua, após conferir como a oferta está performando hoje.
Pendências e decisões no nível da oferta. O criativo entra como ação dentro da oferta, não como uma fila solta.
O sistema cria tarefas por oferta: analisar dados, atualizar números, subir nova rodada de criativos ou revisar continuidade. Quando você executa a ação, a pendência some ou reinicia o ciclo.
Resumo por oferta, com histórico de revisões e ações.
Diagnóstico técnico continua disponível, mas separado da fila operacional.
Organize o que aparece no histórico dos criativos. A ordem fica salva automaticamente.
Primeiro dinheiro e resultado, depois entrega do anúncio e por último o funil. Ticket Médio, CPA, ROAS, ROI, Lucro, Margem e outras métricas derivadas são calculadas pelo próprio gestor.
Informe os dados-base que você possui. O app calcula o restante. Frequência pode ser informada/importada; Últ. atualização é registrada automaticamente.
A lógica é sempre: resultado final → primeiro gargalo → ação. ROAS/CPA/lucro mostram se está funcionando. CPM, CTR, CPC, CPV, CON, CPI/IC e Conv. Checkout mostram onde está quebrando.
Antes de mexer em qualquer coisa.
Lucro, ROI, ROAS e CPA dizem se a operação está economicamente saudável.
As métricas intermediárias apontam o ponto do funil que está causando o resultado.
ROAS baixo é sintoma. A causa pode ser criativo, conexão, página, checkout ou oferta.
Uma hipótese → uma mudança → um novo teste → uma conclusão.
Não mate um criativo lucrativo só porque CPM ou outra métrica intermediária está feia.
O histórico cria inteligência e evita repetir o mesmo erro em outra oferta.
Procure o primeiro ponto do funil que quebra. É nele que você mexe primeiro.
O ticket cria sua régua antes de olhar os dados.
5% do ticket. Ticket R$37,90 → CPV alvo ≈ R$1,90.
25% do ticket. Ticket R$37,90 → ≈ R$9,48.
35% do ticket.
50% do ticket. Zona de observação.
65% do ticket. Acima disso a pressão econômica aumenta muito.
45% do ticket por conjunto na estrutura de referência.
Cada métrica responde uma pergunta diferente.
Você sabe que o resultado final não está saudável, mas ainda não sabe a causa. O próximo passo é localizar o primeiro gargalo.
Candidato a validação/escala, desde que CPA e lucro estejam saudáveis.
Não escale. Diagnostique CPV → CON → CPI/IC → Checkout → Oferta.
Está caro colocar alguém dentro da página. O primeiro suspeito é o criativo/comunicação.
Preserve o criativo e olhe a próxima etapa do funil.
Faça nova rodada: outra dor, desejo, promessa, persona, ângulo, estilo, edição ou formato.
Muita gente clica, mas não chega de verdade à página.
Velocidade, imagens pesadas, hospedagem, construtor, tracking, público ou clickbait.
Não culpe o checkout ou a oferta antes de resolver a perda de conexão.
O anúncio entrega visitas, mas a página não transforma visita em intenção de compra.
Primeira dobra, headline, clareza, mockup, produto, valor percebido, bônus, preço e CTA.
No criativo, se o CPV já está saudável.
Existe intenção de compra, mas a pessoa não conclui.
Simplifique, revise plataforma, confiança, preço, garantia, bumps e distrações.
Não refaça a campanha inteira se a intenção já chega até o checkout.
Comprar uma venda está caro. Volte no funil e ache o primeiro ponto ruim.
≈ 35% do ticket.
≈ 65% do ticket no seu mapa de referência.
Comprar impressão está caro. Pode ser leilão, estrutura, público, concorrência ou mercado.
BM/conta, público, idade, posicionamento, concorrência e saturação.
CPM alto sozinho não manda parar se ROAS/CPA/lucro estão bons.
O anúncio não está gerando interesse com eficiência.
Gancho, promessa, visual, linguagem, persona e ângulo.
Se o clique realmente vira LPV; clique barato sem visita não resolve.
ROAS mede receita por mídia. Lucro e ROI mostram se realmente sobrou dinheiro depois de mídia e custos.
Operação economicamente saudável.
Mesmo vendendo, revise CPA, ticket, taxas, custos e monetização.
É aqui que o “Por que isso?” deve cair quando uma decisão é indicada.
Sim → o resultado final está fraco. Não decida a causa ainda.
Sim → o problema acontece antes da página.
Sim → existe perda entre clique e carregamento.
Sim → a pessoa chega, mas a página não gera intenção suficiente.
Sim → a intenção existe, mas o fechamento está ruim.
Então o problema provável migra para valor percebido, mecanismo, formato, bônus, preço ou concepção.
Não é só fazer outra arte igual.
Quando a visita está chegando bem, mas a intenção de compra não acompanha.
Headline, promessa, identificação da persona e entendimento imediato do produto.
Mockups, entregáveis, bônus, mecanismo e clareza do que a pessoa recebe.
Ordem das informações, CTA, preço, visual e facilidade para avançar.
Quando a pessoa chega com intenção, mas não fecha.
Menos distração e caminho mais direto para pagar.
Produto, garantia, clareza do valor, plataforma e aparência profissional.
Quantidade, qualidade, relevância e se estão atrapalhando a decisão principal.
Só depois de não encontrar um gargalo anterior claro ou após rodadas de correção.
O produto parece valer mais do que custa?
A pessoa entende por que esse produto resolve o problema dela?
Produto, bônus, apresentação e composição da oferta.
Mesma concepção, mas outra forma de vender.
Mesma concepção, novo formato, entregáveis, bônus ou mecanismo.
Quando múltiplas rodadas não produzem melhora real.
O objetivo é impedir que uma oferta fique rodando no automático sem uma leitura periódica.
Abra a oferta, atualize os dados e veja se houve mudança real de tendência.
Use os últimos 3 dias para enxergar direção recente sem depender de um único dia isolado.
Gere uma tarefa para subir uma nova rodada. Assim que um novo criativo for cadastrado na oferta, esse aviso desaparece e o ciclo recomeça.
Gera alerta. Não significa “encerrar” instantaneamente: significa entrar no diagnóstico do primeiro gargalo.
Resultado acumulado persistentemente ruim + tempo suficiente + criativo, conexão, página e checkout já revisados sem melhora.
CPV ruim, tendência de piora, criativo envelhecendo sem evolução ou necessidade de uma nova rodada de comunicação.
“2 dias”, “últimos 3 dias” e “4 dias” funcionam como gatilhos de revisão, não como uma regra cega para pausar. A decisão final continua dependendo do resultado e do diagnóstico.
A decisão final usa resultado + contexto.
Depois do teste inicial de 2 dias, ROAS/CPA/lucro ajudam a decidir entre Manutenção e Pré-escala.
ROAS intermediário, sem gargalo grave, ainda com chance de estabilizar.
Resultado final muito baixo, sem recuperação, ou criativo claramente reprovado.
Se ROAS/CPA/lucro estão bons, CPM ruim vira ponto de otimização, não sentença de morte.
Escala começa depois da validação, não durante o teste.
O criativo começa em Teste. Ao completar 2 dias, a decisão obrigatória é: Manutenção ou Pré-escala.
Se escolher escalar, o criativo entra em Pré-escala por 2 dias. Ao final, aprove para Escalado ou volte para Manutenção.
Controle por conjunto e duplicação de estruturas/criativos validados.
Distribuição de orçamento no nível da campanha entre conjuntos.
Estrutura mais automatizada, normalmente exigindo volume e criativos suficientes.
Faça quando o resultado demonstra consistência. Registre antes/depois para saber se a escala sustentou.
Combinações práticas para não interpretar uma métrica sozinha.
O resultado está ruim e a visita já está cara.
O anúncio entrega visita, mas a página não cria intenção suficiente.
A pessoa quer comprar, mas não conclui.
Resultado final saudável e custo de aquisição dentro da régua.
Essa fase é manual. Ela representa a leitura estratégica da oferta, não uma automação cega.
Validação inicial da comunicação. O foco é descobrir criativos capazes de gerar vendas dentro das metas.
Subida de investimento para saber se o desempenho se sustenta com mais volume.
A oferta vende e lucra, mas chegou ao limite prático de performance. Aumentar investimento não gera crescimento proporcional.
Momento de estudar o que funcionou: criativos, métricas, dias, ângulos e estruturas, buscando novas possibilidades de escala.
A oferta está morna, mas saudável. Mantém ROI/lucro e continua rodando em um nível que suporta sem forçar escala.
A performance começa a cair. Pode exigir nova rodada de criativos, nova comunicação ou decisão de encerrar.
Oferta retirada da operação. Continua disponível no histórico para análise e aprendizado.
O sistema não muda a fase da oferta automaticamente. Você decide a fase e move manualmente no Kanban.
Conexões disponíveis para este workspace. O vínculo com cada oferta será configurado em uma fase futura.
A autorização é global neste workspace. Nesta fase o TrackFlow apenas lista e habilita contas de anúncio; campanhas e insights não são consultados.
Última validação: —
Metadados globais de acesso. Dados operacionais dos clientes não são exibidos.
Migração técnica para Firebase Storage — não altera as imagens locais.
Aguardando autenticação e workspace.
Cole dados no formato oficial. A chave diária é Oferta + Criativo + Data; registros existentes serão atualizados, não duplicados.
O gestor cruza os dias salvos e classifica as 24 horas. “Preparação” olha o pico da hora seguinte.